As histórias e canções que aprendemos....
16/12/09
A relação escola Família na Sala 3- Workshop de arranjos de Natal
Workshop de Natal
Na relação entre a família é preponderante estabelecer "a livre circulação entre as duas margens”, para que se torne possível o conhecimento e o diálogo cooperativo entre entidades educativas funcionalmente diferentes mas cujo objectivo é comum.
A verdade é que não se pode estabelecer ligação com aquilo que se desconhece. Para que a família participe é necessário “estimulá-la”, criar-lhe habituação. Neste processo não chegam a experiência e a simples prática do educador. É necessário ir mais além e reconhecer para além da estrutura constante, sob a transformação aparente é necessário (re)conhecer a própria transformação.
É imprescindível conhecer a família, porque conhecer é adquirir instrumentos ao serviço da actividade, só se conhecerá se existir como defende Dewey “a comunicação livre entre a escola e a vida”.
A interacção entre Jardim de Infância e Família leva à acção educativa individualizada
É imprescindível conhecer a família, porque conhecer é adquirir instrumentos ao serviço da actividade, só se conhecerá se existir como defende Dewey “a comunicação livre entre a escola e a vida”.
A interacção entre Jardim de Infância e Família leva à acção educativa individualizada
No Jardim de infância o processo de ensino e aprendizagem não pode ser encarado como um processo abstracto que se aplica indiferentemente a todas as crianças. A interacção entre os vários grupos sociais e sobretudo a família, leva o profissional de educação à análise e reflexão da sua própria prática. A colaboração tem que ser procurada, primeiro, pelo profissional. Como elemento de um sistema complexo o educador tem que tomar consciência dos vários papéis que tem que desempenhar e que se interpenetram, influenciando-se mutuamente. A interacção entre os vários grupos sociais é influenciada por relações que exigem do educador estar dentro e fora das instituição escolar. Este estar fora, utilizando várias estratégias, é a facilitação que levará à integração da família no sistema educativo.
Foi com este intuito que promovemos dentro do plano de actividades da Sala 3 um workshop de Centros de Natal, com o apoio de alguns elementos do grupo, com o objectivo de promover antes demais o convívio entre as famílias, bem como o sentido de partilha de saberes. Iníciamos a nosso convívio com um breve texto do conto de Natal um milhão de beijinhos
Foi com este intuito que promovemos dentro do plano de actividades da Sala 3 um workshop de Centros de Natal, com o apoio de alguns elementos do grupo, com o objectivo de promover antes demais o convívio entre as famílias, bem como o sentido de partilha de saberes. Iníciamos a nosso convívio com um breve texto do conto de Natal um milhão de beijinhos
http://educacaodeinfancia.com/um-milhao-de-beijinhos/ ilustrada pelos seus filhos...
No final foi feito um centro para a nossa sala com a partilha dos materiais trazidos por todos...
A participação das famílas também foi feita nesta quadra com a confecção de um mini presépio em que cada família contribuiu com uma figura...e ficou lindo....
Obrigada a todos que participaram neste convívio e pelos momentos de alegre partilha . Como proposta do grupo ...vamos voltar a organizar mais encontros mas no próximo... prometo que vai haver chá e bolinhos....rssssssssss
UM BOM E UM SANTO NATAL! beijinhos e abraços da educadora Fátima
UM BOM E UM SANTO NATAL! beijinhos e abraços da educadora Fátima
14/12/09
13/12/09
Símbolos de Natal ...clica aqui para saber mais

Coroa do Advento ou Guirlanda
Guirlanda, grinaldas, festões e arranjos com folhagens nasceram com a superstição de que heras, pinheiro, azevinho e outras plantas ofereciam proteção, no inverno, contra bruxas e demônios. Seus ramos eram usados para afugentar a má-sorte. Representa a mandala, um diagrama em círculo lembrando que a nossa vida é um ciclo de nascimento e morte. Simbolizando a vida eterna e a paz, a guirlanda está presente na decoração natalina atual. Diz antiga lenda que se as pessoas passarem sob ela atrairão sorte para si. Ela é sinal de esperança e vida; sua fita vermelha representa o amor de Deus que nos envolve, e as velas acesas, a fé e a alegria.

Continuando com a decoração de Natal com origami, ontem fiz uma coroa ou guirlanda para enfeitar a porta de entrada da minha casa
Basicamente é um origami modular que em forma circular, onde adicionei a estrela dimensional como adereço.podem encontrar no seguinte link
http://origami.em.blog.br/archives/dobradura-de-coroa-de-natal/
12/12/09
10/12/09
Os Três Reis do Oriente - história para ler em família
Gaspar
Naquele tempo, na cidade de Kalash, o príncipe Zukarta instaurou o culto do bezerro de oiro.
A estátua poisava nas multidões submissas os seus olhos espantados, muito abertos, pintados de branco e de preto. No fundo das suas pupilas aflorava quase uma interrogação, como se a extensão do seu poder o surpreendesse. Era um jovem bezerro de pequenos cornos torcidos e pernas musculosas, de testa obtusa, curta e franzida. As suas quatro patas, firmemente poisadas na terra, davam uma grande impressão de firmeza e estabilidade que tranquilizava o coração dos seus fiéis. E em todo o seu corpo brilhava o oiro, oiro compacto, duro, pesado, faiscante.
Em frente do ídolo as mulheres curvadas sacudiam sobre o mármore claro dos degraus os sombrios cabelos quase azuis. Dos confins do deserto, dos longínquos oásis, das aldeias perdidas, chegavam homens que depunham em frente do altar a sua oferta: vinham oferecer oiro ao oiro. E os homens bons de Kalash, juízes e chefes guerreiros, desfilavam reverentes em frente do bezerro. Atrás deles vinham os comerciantes, os vendedores, os oleiros, os tecelões. Beijavam os degraus do altar e depunham no chão a sua oferta: traziam oiro ao oiro. Até os sacerdotes da Lua e os seus fiéis e acólitos se prostravam, de joelhos, com a cabeça tocando o solo, em frente do ídolo novo de Kalash.
Zukarta olhava todas estas coisas com grande alegria, pois o culto do oiro era o fundamento do seu poder.
se clicar no títulovai poder ler a história toda
boas leituras
Naquele tempo, na cidade de Kalash, o príncipe Zukarta instaurou o culto do bezerro de oiro.
A estátua poisava nas multidões submissas os seus olhos espantados, muito abertos, pintados de branco e de preto. No fundo das suas pupilas aflorava quase uma interrogação, como se a extensão do seu poder o surpreendesse. Era um jovem bezerro de pequenos cornos torcidos e pernas musculosas, de testa obtusa, curta e franzida. As suas quatro patas, firmemente poisadas na terra, davam uma grande impressão de firmeza e estabilidade que tranquilizava o coração dos seus fiéis. E em todo o seu corpo brilhava o oiro, oiro compacto, duro, pesado, faiscante.
Em frente do ídolo as mulheres curvadas sacudiam sobre o mármore claro dos degraus os sombrios cabelos quase azuis. Dos confins do deserto, dos longínquos oásis, das aldeias perdidas, chegavam homens que depunham em frente do altar a sua oferta: vinham oferecer oiro ao oiro. E os homens bons de Kalash, juízes e chefes guerreiros, desfilavam reverentes em frente do bezerro. Atrás deles vinham os comerciantes, os vendedores, os oleiros, os tecelões. Beijavam os degraus do altar e depunham no chão a sua oferta: traziam oiro ao oiro. Até os sacerdotes da Lua e os seus fiéis e acólitos se prostravam, de joelhos, com a cabeça tocando o solo, em frente do ídolo novo de Kalash.
Zukarta olhava todas estas coisas com grande alegria, pois o culto do oiro era o fundamento do seu poder.
se clicar no títulovai poder ler a história toda
boas leituras





