As histórias e canções que aprendemos....
18/12/09
17/12/09
A expressão plástica no Jardim de infância- o Recorte e a ilustração
As actividades no Jardim de Infância passam por várias áreas de conteúdo, ou seja, diferentes aprendizagens que passam pela realização de actividades variadas. As crianças aprendem mexendo, experimentando, descobrindo, AGINDO.
Assim, o desenho, a digitinta, a pintura, a estampagem, o recorte e colagem, são técnicas de expressão plástica a duas dimensões, empregues na Educação pré-escolar.
Mas, a expressão pode ser tridimensional, por isso há a modelagem (de barro, plasticina, pasta de papel…) e o aproveitamento de materiais de desperdício (caixas de papel, frascos, tampas). A juntar a toda esta experiência há a imaginação infantil, um primeiro contacto com formas de manifestação artística, o prazer de realizar um trabalho.
É através da expressão plástica que, com prazer, é desenvolvida a motricidade fina na criança. A par da utilização dos materiais,começa a tentar representar o que lhe vai na mente. Através desta expressão a educadora tem alguma percepção do desenvolvimento da criança.
a volta da história do GUI e a importância do contacto precose com a literatura infantil
a literatura infantil é um caminho que leva a criança a desenvolver a imaginação, emoções e sentimentos de forma prazerosa e significativa.O jardim de infância busca conhecer e desenvolver na criança as competências da leitura e da escrita e como a literatura infantil pode influenciar de maneira positiva neste processo.
Assim, Bakhtin (1992) expressa sobre a literatura infantil abordando que por ser um instrumento motivador e desafiador, ela é capaz de transformar o indivíduo em um sujeito activo, responsável pela sua aprendizagem , que sabe compreender o contexto em que vive e modificá-lo de acordo com a sua necessidade.
Existem dois fatores que contribuem para que a criança desperte o gosto pela leitura: curiosidade e exemplo. Neste sentido, o livro deveria ter a importância de uma televisão dentro do lar. Os pais deveriam ler mais para os filhos e para si próprios.
Hoje a dimensão de literatura infantil é muito mais ampla e importante. Ela proporciona à criança um desenvolvimento emocional, social e cognitivo indiscutíveis. Segundo Abramovich (1997) quando as crianças ouvem histórias, passam a visualizar de forma mais clara, sentimentos que têm em relação ao mundo. As histórias trabalham problemas existenciais típicos da infância, como medos, sentimentos de inveja e de carinho, curiosidade, dor, perda, além de ensinarem infinitos assuntos.
Neste sentido, quanto mais cedo a criança tiver contacto com os livros e perceber o prazer que a leitura produz, maior será a probabilidade dela tornar-se um adulto leitor. Da mesma forma através da leitura a criança adquire uma postura crítico-reflexiva,extremamente relevante à sua formação cognitiva.
Quando a criança ouve ou lê uma história e é capaz de comentar, indagar, duvidar ou discutir sobre ela, realiza uma interação verbal
Assim, Bakhtin (1992) expressa sobre a literatura infantil abordando que por ser um instrumento motivador e desafiador, ela é capaz de transformar o indivíduo em um sujeito activo, responsável pela sua aprendizagem , que sabe compreender o contexto em que vive e modificá-lo de acordo com a sua necessidade.
Existem dois fatores que contribuem para que a criança desperte o gosto pela leitura: curiosidade e exemplo. Neste sentido, o livro deveria ter a importância de uma televisão dentro do lar. Os pais deveriam ler mais para os filhos e para si próprios.
Hoje a dimensão de literatura infantil é muito mais ampla e importante. Ela proporciona à criança um desenvolvimento emocional, social e cognitivo indiscutíveis. Segundo Abramovich (1997) quando as crianças ouvem histórias, passam a visualizar de forma mais clara, sentimentos que têm em relação ao mundo. As histórias trabalham problemas existenciais típicos da infância, como medos, sentimentos de inveja e de carinho, curiosidade, dor, perda, além de ensinarem infinitos assuntos.
Neste sentido, quanto mais cedo a criança tiver contacto com os livros e perceber o prazer que a leitura produz, maior será a probabilidade dela tornar-se um adulto leitor. Da mesma forma através da leitura a criança adquire uma postura crítico-reflexiva,extremamente relevante à sua formação cognitiva.
Quando a criança ouve ou lê uma história e é capaz de comentar, indagar, duvidar ou discutir sobre ela, realiza uma interação verbal
16/12/09
A relação escola Família na Sala 3- Workshop de arranjos de Natal
Workshop de Natal
Na relação entre a família é preponderante estabelecer "a livre circulação entre as duas margens”, para que se torne possível o conhecimento e o diálogo cooperativo entre entidades educativas funcionalmente diferentes mas cujo objectivo é comum.
A verdade é que não se pode estabelecer ligação com aquilo que se desconhece. Para que a família participe é necessário “estimulá-la”, criar-lhe habituação. Neste processo não chegam a experiência e a simples prática do educador. É necessário ir mais além e reconhecer para além da estrutura constante, sob a transformação aparente é necessário (re)conhecer a própria transformação.
É imprescindível conhecer a família, porque conhecer é adquirir instrumentos ao serviço da actividade, só se conhecerá se existir como defende Dewey “a comunicação livre entre a escola e a vida”.
A interacção entre Jardim de Infância e Família leva à acção educativa individualizada
É imprescindível conhecer a família, porque conhecer é adquirir instrumentos ao serviço da actividade, só se conhecerá se existir como defende Dewey “a comunicação livre entre a escola e a vida”.
A interacção entre Jardim de Infância e Família leva à acção educativa individualizada
No Jardim de infância o processo de ensino e aprendizagem não pode ser encarado como um processo abstracto que se aplica indiferentemente a todas as crianças. A interacção entre os vários grupos sociais e sobretudo a família, leva o profissional de educação à análise e reflexão da sua própria prática. A colaboração tem que ser procurada, primeiro, pelo profissional. Como elemento de um sistema complexo o educador tem que tomar consciência dos vários papéis que tem que desempenhar e que se interpenetram, influenciando-se mutuamente. A interacção entre os vários grupos sociais é influenciada por relações que exigem do educador estar dentro e fora das instituição escolar. Este estar fora, utilizando várias estratégias, é a facilitação que levará à integração da família no sistema educativo.
Foi com este intuito que promovemos dentro do plano de actividades da Sala 3 um workshop de Centros de Natal, com o apoio de alguns elementos do grupo, com o objectivo de promover antes demais o convívio entre as famílias, bem como o sentido de partilha de saberes. Iníciamos a nosso convívio com um breve texto do conto de Natal um milhão de beijinhos
Foi com este intuito que promovemos dentro do plano de actividades da Sala 3 um workshop de Centros de Natal, com o apoio de alguns elementos do grupo, com o objectivo de promover antes demais o convívio entre as famílias, bem como o sentido de partilha de saberes. Iníciamos a nosso convívio com um breve texto do conto de Natal um milhão de beijinhos
http://educacaodeinfancia.com/um-milhao-de-beijinhos/ ilustrada pelos seus filhos...
No final foi feito um centro para a nossa sala com a partilha dos materiais trazidos por todos...
A participação das famílas também foi feita nesta quadra com a confecção de um mini presépio em que cada família contribuiu com uma figura...e ficou lindo....
Obrigada a todos que participaram neste convívio e pelos momentos de alegre partilha . Como proposta do grupo ...vamos voltar a organizar mais encontros mas no próximo... prometo que vai haver chá e bolinhos....rssssssssss
UM BOM E UM SANTO NATAL! beijinhos e abraços da educadora Fátima
UM BOM E UM SANTO NATAL! beijinhos e abraços da educadora Fátima








