07/10/10

Centenário da Républica ( clica e vê a apresentação)




O que fizemos sobre este tema.....


vimos uma apresentação sobre o tema no computador



fizemos uma bandeira para a exposição


na matemática ....

contamos os dedos e temos 10
assim dez meninos fazem 100 dedos




vimos a diferença entre as bandeiras
fizemos texto livre ilustrado

aprendemos o Hino Nacional




pintamos bandeiras e fizemos a primeira Dama e Presidente

aqui estão as imagens.....

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Dia Nacional dos castelos

Dia Nacional dos Castelos
7 de Outubro

Outrora os castelos tinham funções defensivas e residenciais. Hoje perpetuam as memórias de um povo "conquistador". Os castelos, que fazem parte do imaginário infantil, seja nos contos de princesas ou nas construções de areia que o mar teima em derrubar, têm uma data inteiramente dedicada a eles desde 1984. Em 2003, o Dia Nacional dos Castelos fixou-se a 7 de Outubro.

Neste fim de Semana vá com o seu educando ao Castelo ..
temos um bem lindo eles vão adorar



O Castelo de Palmela, tem origem árabe, com a primeira fortificação, provavelmente, edificada por volta do século IX, depois da conquista desta região aos visigodos, mas onde os testemunhos arqueológicos, apontam para uma ocupação humana desde o período neolítico.

D. Afonso Henriques conquistou Palmela em 1147, mas voltaria a cair na mão dos muçulmanos e só por volta de 1190, passaria definitivamente para a posse portuguesa. D. Sancho I, mandou fazer reparações na fortaleza e doou-a à Ordem de Santiago, que fizeram de Palmela a sede da Ordem.

É já no reinado de D. João I que se inicia a construção do convento onde esta ordem se instala, a partir de 1443. D. Pedro II, por volta de 1670, modernizou as suas defesas, adaptando-as ao uso de artilharia, mas as suas estruturas viriam a ser seriamente danificadas com o terramoto de 1755.

Este acontecimento e a extinção das ordens religiosas, lançou esta fortaleza no abandono, até à sua classificação como Monumento Nacional e à execução de obras de restauro iniciadas em 1945, que também recuperaram o antigo convento, onde funciona uma pousada.

link podes aceder um castelo para pintar

04/10/10

mais uns momentos de yoga

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Interacção jardim de Infância - família - O Outono


Interacção jardim de Infância - família - O Outono





Interacção Jardim de Infância - família


Não se pode estabelecer ligação com aquilo que se desconhece. Para que a família participe é necessário “estimulá-la”, criar-lhe habituação. Neste processo não chegam a experiência e a simples prática do educador. É necessário ir mais além e reconhecer para além da estrutura constante, sob a transformação aparente é necessário (re)conhecer a própria transformação. É imprescindível conhecer a família, porque conhecer é adquirir instrumentos ao serviço da actividade, só se conhecerá se existir como defende Dewey “a comunicação livre entre a escola e a vida”.


A interacção entre Jardim de Infância e Família leva à acção educativa individualizada é neste sentido que pedimos a participação das famílias na elaboração de algumas actividades feitas em casa e com a ajuda dos pais, irmãos ou quem esteja disponível para o fazer.


No tema do Outono pedimos que elaborassem um trabalho com uma folha
vejam só já alguns trabalhos feitos...lindos mesmo



o reconto da história feita em família




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Dia mundial da música


DIA MUNDIAL DA MÚSICA



SENTIMOS A MÚSICA
ao som das quatro estações de Vivaldi




mimamos vários movimentos do mar, do vento, da terra,
com o pára-quedas

Conversamos sobre a música e qual o género que gostamos mais

A música é uma nota que é diferente de outra nota …Ana Isabel

Nós gostamos TODOS DE MÚSICA MAS...

O João Raminhos gosta de rock e de música clássica

O Tomás gosta de fado

A Inês gosta dos Deolinda

"Eu gosto da música da Ana Montana"

Tatiana
Raissa
Iara

O Tiago Noé gosta de black eyes peaces

"Gosto da música do Faísca Makuine "
Diogo e o João , Bruno


03/10/10

Metas de aprendizagem



As Metas na Educação Pré-Escolar



Ao definir metas de aprendizagem para as diferentes áreas e disciplinas dos três ciclos do ensino básico, considerou-se necessário enunciar também as aprendizagens que as crianças deverão ter realizado no final da educação pré-escolar, reconhecida “como primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida”.

Sendo que a educação pré-escolar é já frequentada por cerca de 90% das crianças, no ano anterior ao ingresso na escolaridade básica, mas que não tem carácter obrigatório, nem abrange todas as crianças a partir dos 3 anos, pareceu desejável enunciar apenas metas finais, não estabelecendo metas intermédias que, no 1.º, 2.º e 3.º ciclos, definem a progressão prevista.

A definição de metas finais para a educação pré-escolar, contribui para esclarecer e explicitar as “condições favoráveis para o sucesso escolar” indicadas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, facultando um referencial comum que será útil aos educadores de infância, para planearem processos, estratégias e modos de progressão de forma a que todas as crianças possam ter realizado essas aprendizagens antes de entrarem para o 1.º ciclo. Não se pretende, porém, que esgotem ou limitem as oportunidades e experiências de aprendizagem, que podem e devem ser proporcionadas no jardim-de-infância e que exigem uma intervenção intencional do educador.

A eventual não consecução das metas para a educação pré-escolar não pode, no entanto, constituir entrave à entrada no 1.º ciclo. Poderão, sim, constituir um instrumento facilitador do diálogo entre educadores e professores do 1º ciclo, nomeadamente os que recebem o primeiro ano, a quem competirá dar seguimento às aprendizagens realizadas ou se, por qualquer razão, inclusive no caso das crianças que não tenham beneficiado de educação pré-escolar, as metas não tiveram sido alcançadas, assegurar que isso aconteça. Ao situarem as aprendizagens que constituem as bases de novos conhecimentos a desenvolver no 1.º ciclo, as metas para o final da educação pré-escolar são, assim, úteis ao trabalho dos professores do 1.º ciclo.

Poderão, finalmente, apoiar e esclarecer o diálogo com pais/encarregados de educação e a sua participação, bem como de outros adultos com responsabilidades na educação das crianças, que poderão ter acesso a um conjunto de aprendizagens que são importantes para o seu progresso educativo e escolar, compreendendo melhor o que as crianças aprendem e devem saber no final da educação pré-escolar, apoiando essas aprendizagens em situações informais do quotidiano.

Organização e Estrutura das Metas

Baseando-se nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, as metas de aprendizagem estão globalmente estruturadas pelas áreas de conteúdo aí enunciadas, mantendo a mesma designação. No entanto, a sua apresentação e organização interna têm algumas especificidades, ao adoptar, nas diferentes áreas, os grandes domínios definidos para todo o ensino básico e ao diferenciar alguns conteúdos que estão menos destacados nas Orientações Curriculares. Esta reorganização decorre da opção, que é comum à definição das metas para todo o ensino básico, de estabelecer uma sequência das aprendizagens que, neste caso, visa particularmente facilitar a continuidade entre a educação pré-escolar e o ensino básico.

Importa acrescentar que, se é obviamente necessário definir aprendizagens a realizar em cada área, não se pode esquecer que na prática dos jardins-de-infância se deve procurar uma construção articulada do saber, em que as áreas devem ser abordadas de uma forma globalizante e integrada. Este entendimento surge, aliás, nas aprendizagens definidas para algumas áreas, como será explicitado a seguir, na sua apresentação.

As áreas em que estas aprendizagens estão organizadas são as seguintes:

  • Formação Pessoal e Social – esta área é apenas contemplada na educação pré-escolar dada a sua importância neste nível educativo, em que as crianças têm oportunidade de participar num grupo e de iniciar a aprendizagem de atitudes e valores que lhes permitam tornar-se cidadãos solidários e críticos. Nesta área, que tem continuidade nos outros ciclos enquanto educação para a cidadania, identificaram-se algumas aprendizagens globais que lhe são próprias. No entanto, tratando-se de uma área integradora, essas aprendizagens surgem muitas vezes também referidas, de modo mais específico em outras áreas, relacionadas com os seus conteúdos.
  • Expressão e Comunicação – nesta área surgem separadamente os seus diferentes domínios. No domínio das Expressões são diferenciadas as suas diferentes vertentes: Motora, Plástica, Musical, Dramática, neste caso designada por Expressão Dramática/Teatro, tendo-se acrescentado a Dança que tem relações próximas com a Expressão Motora e Musical. As metas propostas para estas várias vertentes estão organizadas de acordo com domínios de aprendizagem que são comuns a todo o ensino artístico ao longo da escolaridade básica. Por seu turno, a estrutura da Expressão Motora corresponde à que é adoptada para a Educação Física Motora do 1º ciclo. Estas opções decorrem da intenção de progressão, articulação e continuidade que presidiu à elaboração destas metas.
  • Linguagem Oral e Abordagem da Escrita – esta área corresponde à Língua Portuguesa nos outros ciclos e inclui não só as aprendizagens relativas à linguagem oral, mas também as relacionadas com compreensão do texto escrito lido pelo adulto, e ainda as que são indispensáveis para iniciar a aprendizagem formal da leitura e da escrita.
  • Matemática – esta área contempla as aprendizagens fundamentais neste campo do conhecimento, distribuídas também pelos grandes domínios de aprendizagem que estruturam a aprendizagem da Matemática nos diferentes ciclos.
  • Conhecimento do Mundo – esta área abarca o início das aprendizagens nas várias ciências naturais e humanas, tem continuidade no Estudo do Meio no 1º ciclo e inclui, tal como este, de forma integrada, o contributo de diferentes áreas científicas (Ciências Naturais, Geografia e História).

Acrescentou-se ainda:

  • Tecnologias de Informação e Comunicação – uma área transversal a toda a educação básica e que, dada a sua importância actual, será, com vantagem, iniciada precocemente.
in http://www.metasdeaprendizagem.min-edu.pt/

28/09/10

história O Senhor Mago e a folha





"O Senhor Mago e a Folha"

O senhor Mago chamava-se Antão e vivia sozinho numa casinha que havia no meio do monte.
O senhor Mago tinha três ovelhas: Guiomar, Felisberta, e Chiquita. Cuidava muito bem delas e elas gostavam muito dele.
Numa tarde escura de Outono, o senhor Mago voltava do campo com as suas ovelhas, já fartas de pastar. O caminho estava coberto de folhas secas. O senhor Mago ia pisando as folhas com as suas socas e elas queixavam-se com gemidos surdos, como fazem as folhas quando as pisam. De repente, ouviu uma folha dizer:
-Ei tu aí! não me pises que me magoas!
-Oh, céus! Uma folha que fala! -pensou. Mas não estranhou muito, porque os Magos sabem muito bem que, às vezes, tudo é possível. Olhou para o chão e viu aquela folha…Era diferente, nunca tinha visto outra igual a ela. De certeza que viera de um país afastado, trazida pelo vento de Outono. Apanhou-a e disse-lhe:-Oh, desculpa! Não te preocupes, levar-te-ei para minha casa para te levar e pendurar na parede do meu quarto, porque és uma folha muito bonita. E assim fez.
Chegou a casa, guardou as ovelhas no estábulo e foi até à fonte que havia ali perto. Com cuidado para não a partir, lavou-a muito bem lavada e pensou na melhor maneira de a secar. Acendeu o lume e pendurou-a a secar. Depois levou-a para o seu quarto e pousou-a em cima da mesinha de cabeceira. Antes de se deitar, pôs-se a pensar:
- Já estou velho e sinto-me só. Se um dia adoeço, não tenho quem cuide de mim. Esta folha que encontrei é muito formosa e, se calhar, podia transformá-la numa menina.
Meu dito, meu feito. Um pincel e tintas de muitas cores seriam as melhores ferramentas para realizar a sua magia. Pintou-lhe uns longos cabelos louros, olhos azuis, um nariz empinado e uma boca de lábios rosados, umas orelhas redondas, uns braços com mãos suaves e dedos perfeitos, umas pernas com pés ligeiros como o vento…
Quando terminou, guardou a folha na caixinha dos desejos e pousou-a na pedra da janela.

Se nessa noite as nuvens deixassem ver o brilho das estrelas, o seu desejo tornar-se-ia realidade.
Durante a noite, o senhor Mago acordou, olhou pela janela e viu no céu a lua cheia cercada de estrelas brilhantes como prata. Ficou muito contente e voltou a adormecer.

Levantou-se muito cedinho, ao raiar do dia. Esfregou os olhos, aproximou-se da janela e, ao levantar a tampa da caixinha dos desejos, ficou espantado…A folhinha desaparecera e, no seu lugar, estava uma menina adormecida, tão formosa como ele a imaginara.
Acordou-a com muita doçura. A menina abriu os olhos, pestanejou e disse:


- Bom dia, papá!
O senhor Mago tremia de alegria:
-“Papá! Uma filha! Já não estou só!”
Mas… que nome lhe ia dar?
- Já sei! Como Antão é um nome muito bonito, ela vai ser Anteia: Anteia, filha de Antão!

"O Senhor Mago e a Folha", autor Toño Núñez, ilustrado por Suso Cubeiro