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As histórias e canções que aprendemos....
12/10/10
Projecto crescer saudável - Vamos aprender a conhecer os alimentos saudáveis
09/10/10
A monarquia - vamos conhecer como viviam os Reis e as princesas
A monarquia - vamos conhecer como viviam os Reis e as princesas o que fizemos....
Para comemorar este dia conversamos sobre os Reis de Portugal
,
- falamos do primeiro rei de Portugal e do castelo de Palmela, dos outros Reis, e dos habitantes nesse tempo
- dos mouros e das conquistas deste Rei
- dos animais que viviam antigamente aqui em Palmela.
- Fomos à Net e imprimimos um castelo para pintar e completar com lindas ilustrações
- Dissemos o que pensavamos sobre os castelos
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- ouvimos a história da vida do Rei D. Dinis e da lenda das Rosa
| D. Dinis |
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2. Mandou plantar o famoso pinhal de Leiria. Aliás, a verdade é que apenas substituiu os pinheiros mansos que já existiam por pinheiros bravos, de melhor crescimento e raízes mais fortes. Assim preveniu a erosão. Lenda |
- ouvimos a música do Baile Popular que fala de Rosas
Letra da música para cantar em família
Tenho um vasinho de rosas à janela Que ela trouxe consigo Quando as vejo tão formosas,
Lembro-me dela lembro-me dela ao postigo Lembro-me dela ao postigo, tão mimosa E agora
põe-se à janela Os cabelos cor de trigo, não há rosa... Não há rosa como ela
Não
há rosa como ela
na cidade Nem nos campos donde vim Agora põe-se à janela com vaidade À noite à espera de mim Lembro-me dela ao postigo E agora põe-se à janela É só isto que vos digo:
Não há rosa como ela
07/10/10
Centenário da Républica ( clica e vê a apresentação)
fizemos texto livre ilustrado
aprendemos o Hino Nacional
pintamos bandeiras e fizemos a primeira Dama e Presidente
aqui estão as imagens.....
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Dia Nacional dos castelos
Outrora os castelos tinham funções defensivas e residenciais. Hoje perpetuam as memórias de um povo "conquistador". Os castelos, que fazem parte do imaginário infantil, seja nos contos de princesas ou nas construções de areia que o mar teima em derrubar, têm uma data inteiramente dedicada a eles desde 1984. Em 2003, o Dia Nacional dos Castelos fixou-se a 7 de Outubro.

O Castelo de Palmela, tem origem árabe, com a primeira fortificação, provavelmente, edificada por volta do século IX, depois da conquista desta região aos visigodos, mas onde os testemunhos arqueológicos, apontam para uma ocupação humana desde o período neolítico.
D. Afonso Henriques conquistou Palmela em 1147, mas voltaria a cair na mão dos muçulmanos e só por volta de 1190, passaria definitivamente para a posse portuguesa. D. Sancho I, mandou fazer reparações na fortaleza e doou-a à Ordem de Santiago, que fizeram de Palmela a sede da Ordem.
É já no reinado de D. João I que se inicia a construção do convento onde esta ordem se instala, a partir de 1443. D. Pedro II, por volta de 1670, modernizou as suas defesas, adaptando-as ao uso de artilharia, mas as suas estruturas viriam a ser seriamente danificadas com o terramoto de 1755.
Este acontecimento e a extinção das ordens religiosas, lançou esta fortaleza no abandono, até à sua classificação como Monumento Nacional e à execução de obras de restauro iniciadas em 1945, que também recuperaram o antigo convento, onde funciona uma pousada.
link podes aceder um castelo para pintar
04/10/10
Interacção jardim de Infância - família - O Outono
A interacção entre Jardim de Infância e Família leva à acção educativa individualizada é neste sentido que pedimos a participação das famílias na elaboração de algumas actividades feitas em casa e com a ajuda dos pais, irmãos ou quem esteja disponível para o fazer.
No tema do Outono pedimos que elaborassem um trabalho com uma folha vejam só já alguns trabalhos feitos...lindos mesmo
Dia mundial da música
com o pára-quedas
Nós gostamos TODOS DE MÚSICA MAS...
O João Raminhos gosta de rock e de música clássica
O Tomás gosta de fado
A Inês gosta dos Deolinda
"Eu gosto da música da Ana Montana"
Tatiana
Raissa
Iara
O Tiago Noé gosta de black eyes peaces
"Gosto da música do Faísca Makuine "
Diogo e o João , Bruno
03/10/10
Metas de aprendizagem
As Metas na Educação Pré-Escolar
Ao definir metas de aprendizagem para as diferentes áreas e disciplinas dos três ciclos do ensino básico, considerou-se necessário enunciar também as aprendizagens que as crianças deverão ter realizado no final da educação pré-escolar, reconhecida “como primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida”.
Sendo que a educação pré-escolar é já frequentada por cerca de 90% das crianças, no ano anterior ao ingresso na escolaridade básica, mas que não tem carácter obrigatório, nem abrange todas as crianças a partir dos 3 anos, pareceu desejável enunciar apenas metas finais, não estabelecendo metas intermédias que, no 1.º, 2.º e 3.º ciclos, definem a progressão prevista.
A definição de metas finais para a educação pré-escolar, contribui para esclarecer e explicitar as “condições favoráveis para o sucesso escolar” indicadas nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, facultando um referencial comum que será útil aos educadores de infância, para planearem processos, estratégias e modos de progressão de forma a que todas as crianças possam ter realizado essas aprendizagens antes de entrarem para o 1.º ciclo. Não se pretende, porém, que esgotem ou limitem as oportunidades e experiências de aprendizagem, que podem e devem ser proporcionadas no jardim-de-infância e que exigem uma intervenção intencional do educador.
A eventual não consecução das metas para a educação pré-escolar não pode, no entanto, constituir entrave à entrada no 1.º ciclo. Poderão, sim, constituir um instrumento facilitador do diálogo entre educadores e professores do 1º ciclo, nomeadamente os que recebem o primeiro ano, a quem competirá dar seguimento às aprendizagens realizadas ou se, por qualquer razão, inclusive no caso das crianças que não tenham beneficiado de educação pré-escolar, as metas não tiveram sido alcançadas, assegurar que isso aconteça. Ao situarem as aprendizagens que constituem as bases de novos conhecimentos a desenvolver no 1.º ciclo, as metas para o final da educação pré-escolar são, assim, úteis ao trabalho dos professores do 1.º ciclo.
Poderão, finalmente, apoiar e esclarecer o diálogo com pais/encarregados de educação e a sua participação, bem como de outros adultos com responsabilidades na educação das crianças, que poderão ter acesso a um conjunto de aprendizagens que são importantes para o seu progresso educativo e escolar, compreendendo melhor o que as crianças aprendem e devem saber no final da educação pré-escolar, apoiando essas aprendizagens em situações informais do quotidiano.
Organização e Estrutura das Metas
Baseando-se nas Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar, as metas de aprendizagem estão globalmente estruturadas pelas áreas de conteúdo aí enunciadas, mantendo a mesma designação. No entanto, a sua apresentação e organização interna têm algumas especificidades, ao adoptar, nas diferentes áreas, os grandes domínios definidos para todo o ensino básico e ao diferenciar alguns conteúdos que estão menos destacados nas Orientações Curriculares. Esta reorganização decorre da opção, que é comum à definição das metas para todo o ensino básico, de estabelecer uma sequência das aprendizagens que, neste caso, visa particularmente facilitar a continuidade entre a educação pré-escolar e o ensino básico.
Importa acrescentar que, se é obviamente necessário definir aprendizagens a realizar em cada área, não se pode esquecer que na prática dos jardins-de-infância se deve procurar uma construção articulada do saber, em que as áreas devem ser abordadas de uma forma globalizante e integrada. Este entendimento surge, aliás, nas aprendizagens definidas para algumas áreas, como será explicitado a seguir, na sua apresentação.
As áreas em que estas aprendizagens estão organizadas são as seguintes:
- Formação Pessoal e Social – esta área é apenas contemplada na educação pré-escolar dada a sua importância neste nível educativo, em que as crianças têm oportunidade de participar num grupo e de iniciar a aprendizagem de atitudes e valores que lhes permitam tornar-se cidadãos solidários e críticos. Nesta área, que tem continuidade nos outros ciclos enquanto educação para a cidadania, identificaram-se algumas aprendizagens globais que lhe são próprias. No entanto, tratando-se de uma área integradora, essas aprendizagens surgem muitas vezes também referidas, de modo mais específico em outras áreas, relacionadas com os seus conteúdos.
- Expressão e Comunicação – nesta área surgem separadamente os seus diferentes domínios. No domínio das Expressões são diferenciadas as suas diferentes vertentes: Motora, Plástica, Musical, Dramática, neste caso designada por Expressão Dramática/Teatro, tendo-se acrescentado a Dança que tem relações próximas com a Expressão Motora e Musical. As metas propostas para estas várias vertentes estão organizadas de acordo com domínios de aprendizagem que são comuns a todo o ensino artístico ao longo da escolaridade básica. Por seu turno, a estrutura da Expressão Motora corresponde à que é adoptada para a Educação Física Motora do 1º ciclo. Estas opções decorrem da intenção de progressão, articulação e continuidade que presidiu à elaboração destas metas.
- Linguagem Oral e Abordagem da Escrita – esta área corresponde à Língua Portuguesa nos outros ciclos e inclui não só as aprendizagens relativas à linguagem oral, mas também as relacionadas com compreensão do texto escrito lido pelo adulto, e ainda as que são indispensáveis para iniciar a aprendizagem formal da leitura e da escrita.
- Matemática – esta área contempla as aprendizagens fundamentais neste campo do conhecimento, distribuídas também pelos grandes domínios de aprendizagem que estruturam a aprendizagem da Matemática nos diferentes ciclos.
- Conhecimento do Mundo – esta área abarca o início das aprendizagens nas várias ciências naturais e humanas, tem continuidade no Estudo do Meio no 1º ciclo e inclui, tal como este, de forma integrada, o contributo de diferentes áreas científicas (Ciências Naturais, Geografia e História).
Acrescentou-se ainda:
- Tecnologias de Informação e Comunicação – uma área transversal a toda a educação básica e que, dada a sua importância actual, será, com vantagem, iniciada precocemente.





