16/11/10

vamos conhecer as formas geométricas- clica aqui para aprenderes mais



Eu sou o triângulo
Tenho 3 biquinhos
De chapéu eu sirvo
Para os palhacinhos
.
Eu sou o quadrado
Bonito de mais
Tenho 4 lados
São todos iguais

E eu sou o círculo
Sou igual à Lua
Sou o mais bonito
Lá da minha rua

Eu sou o rectângulo
Cresci mais dum lado
Para ganhar pontos
Ao senhor quadrado

11/11/10

O Assador de castanhas na escola de Aires no Dia de S. Martinho



NO dia se S. Martinho como é tradição

comemos castanhas ..pois é... na escola de Aires

também se cumpre a tradição

trouxemos uma moeda de casa




Lá estava o senhor das castanhas




e fomos comprar castanhas


como estava um sol de S. Martinho fizemos
o piquenique no exterior




estavam de comer e chorar por mais....



Dia de S.Martinho e articulação com o 1º ciclo- ateliers











os meninos do 3º ano do 1ºCiclo, vieram fazer uma visita à educadora e aos meninos do Pré-Escolar no dia de S. Martinho.Foi com muita alegria que nos voltámos a encontrar.

Alguns já tinham andado nesta sala do Jardim de Infância e puderam assim matar as saudades da educadora e dos espaços muito familiares. Preparamos um atelier de pinturas faciais e todos recordaram as áreas brincando nos jogos, fazendo pintura .

e desfrutando dos jogos no computador.





Recordaram a canção das castanhas
e levaram um texto de provérbios para trabalhar


no final deixaram mensagens de carinho obrigado a todos pela visita



Os meninos da sala 3 foram ao 1º ciclo

10/11/10

Cozinha pedagógica fizemos pão para comer com o doce de ameixa







Ingredientes:
300 ml de água
1 colher de sopa de azeite

2 colheres de sopa de açúcar amarelo
500 g de farinha
150 g de cenoura ralada

Confecção:
Coloque na cuba da máquina de fazer pão a água, o azeite, a noz-moscada, o açúcar amarelo e a farinha.
Programe a máquina no programa pão básico, cor média e tamanho 750g.
Quando a máquina apitar, solicitando assim a adição de ingredientes extra, adicione a cenoura ralada.

Bom apetite!

As nossas Marias Castanhas - reutilizar para criar

Os desenhos de castanhas e as Marias Castanhas mostram um dos temas trabalhados: o São Martinho. As actividades em torno desta temática variaram. ?Observamos o ouriço e as castanhas , a sua textura e cor e ao fazê-lo podemos trabalhar a matemática agrupando por tamanhos e formas .Podemos ensinar palavras novas, e introduzir materiais que as crianças não conheçam para trabalhar a expressão plástica.


Aqui estão as nossas lindas Marias Castanhas

feitas com papel crepe
recorte de uma castanha em cartolina

utilizando botões , lãs e tecidos
imaginamos a nossa
todas diferentes todas iguais





a história da Maria Castanha


HISTÓRIA DA MARIA CASTANHA



O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim.

Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelaremos meninos que corriam e brincavam à vontade, de muitas maneiras: uns andavam nos baloiços e nos escorregas, outros deitavam pão aos patos do lago, outros metiam os pés por entre as folhas secas e faziam-nas estalar – crac,crac – debaixo das botas, outros corriam de braços abertos atrás dos pombos, que se levantavam e fugiam, também de asas abertas.

Era bom ir ao jardim. E mesmo sem haver sol, os meninos sentiam os pés quentinhos e ficavam com as bochechas encarnadas de tanto correr e saltar.

Uma vez apareceu no jardim uma menina diferente: não tinha bochechas encarnadas, mas uma carinha redonda, castanha, com dois grandes olhos escuros e brilhantes.

- Como te chamas? – perguntaram-lhe.

- Maria. Às vezes chamam-me Maria Castanha .

- Que engraçado, Maria Castanha! Queres brincar?

- Quero.

Foram brincar ao jogo do apanhar.

A Maria Castanha corria mais do que todos.

- Quem me apanha? Ninguém me apanha!

- Ninguém apanha a Maria Castanha!

Ela corria tanto. Corria tanto que nem viu o carrinho do vendedor de castanhas que estava à porta do jardim, e foi de encontro a ele.

Pimba!

O saco das castanhas caiu e espalhou-as todas à reboleta pelo chão.

A Maria Castanha caiu também e ficou sentada no meio das castanhas.

- Ah. Minha atrevida! – gritou o vendedor de castanhas todo zangado.

- Foi sem querer – explicaram os outros meninos.

- Eu ajudo a apanhar tudo – disse Maria Castanha, de joelhos a apanhar as castanhas caídas.

E os outros ajudaram também.

Pronto. Ficaram as castanhas apanhadas num instante.

- onde estão os teus pais? – perguntou o vendedor de castanhas à Maria Castanha.

- Foram à procura de emprego.

- E tu?

- Vinha à procura de amigos.

- Já encontraste: nós somos teus amigos – disseram os meninos.

- Eu também sou – disse o vendedor de castanhas.

E pôs as mãos nos cabelos da Maria Castanha, que eram frisados e fofinhos como a lã dos carneirinhos novos.

Depois, disse:

- Quando os amigos se encontram é costume fazer uma festa. Vamos fazer uma festa de castanhas. Gostam de castanhas?

- Gostamos! Gostamos! – gritaram os meninos.

- Não sei. Nunca comi castanhas, na minha terra não há – disse Maria Castanha.

- Pois vais saber como é bom.

E o vendedor deitou castanhas e sal dentro do assador e pô-lo em cima do lume.

Dali a pouco as castanhas estalavam… Tau! Tau!

- Ai, são tiros? – assustou-se a Maria Castanha, porque vinha de uma terra onde havia guerra.

- Não tenhas medo. São castanhas a estalar com o calor.

Do assador subiu um fumozinho azul-claro a cheirar bem.

E azuis eram agora as castanhas assadas e muito quentes que o vendedor deu à Maria Castanha e aos seus amigos.

- É bom é – ria-se Maria Castanha a trincar as castanhas assadas.

- Se me queres ajudar podes comer castanhas todos os dias. Sabes fazer cartuchos de papel?

A Maria Castanha não sabia mas aprendeu.

É ela quem enrola o papel de jornal para fazer os cartuchinhos onde o vendedor mete as castanhas que vende aos fregueses à porta do jardim.

Autor: Maria Isabel Mendonça Soares,” Contos no Jardim”.

09/11/10

Provérbios do S. Martinho

Provérbios relativos a S. Martinho

  1. Em dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho

No dia de S. Martinho, lume, castanhas e vinho

No dia de S. Martinho mata o teu porco e faz o teu vinho

No dia de S. Martinho vai à adega e prova o (teu) vinho

No dia de S. Martinho, abre o teu pipo e prova do teu vinho

No dia de S. Martinho, assa as castanhas e molha-as com vinho

No dia de S. Martinho, encerra o porquinho, souta o soutinho e prova o teu vinho


Pelo S. Martinho, abatoca o teu vinho

Pelo S. Martinho, comem-se as castanhas e prova-se o vinho

Pelo S. Martinho, vai à adega e prova o teu vinho

Pelo S. Martinho, abatoca o teu pipinho

Pelo S. Martinho, deixa a água para o moinho

Pelo S. Martinho, lume, castanhas e vinho

Pelo S. Martinho, mata o porco e semeia o cebolinho

Pelo S. Martinho, mata teu porco e bebe o teu vinho

Pelo S. Martinho, nem nabo, nem cabacinho

Pelo S. Martinho, prova o teu vinho; ao cabo de um ano já te não faz dano

Pelo S. Martinho, semeia a fava e o linho

Pelo S. Martinho, semeia o teu cebolinho

Por S. Martinho, todo o mosto é bom vinho

Por S. Martinho, nem favas nem vinho

Queres espantar o vizinho? Lavra e estruma no S. Martinho

Se o Inverno não erra o caminho tê-lo-eis no S. Martinho

Se queres pasmar teu vizinho, lavra, sacha e esterca pelo S. Martinho

Vindima em Outubro que S. Martinho to dirá.