A palavra DINOSSAURO (do grego deinos = terrível / saurus = réptil ) é um termo usado para designar duas grandes ordens de répteis arcossauros da Era Mesozóica.
Os dinossauros eram criaturas únicas. Tanto que alguns cientistas especializados em cladística os consideram como uma classe à parte, intermediária entre os répteis e aves. Como os répteis possuíam pele escamosa, punham ovos com casca, tinham caudas longas e fortes e dentes homogêneos. Diferentes dos outros sáurios, porém, cujas patas estão posicionadas nas laterais do corpo, suas patas eram posicionadas logo abaixo do tronco, tal como as aves e os mamíferos. Também como as aves e mamíferos seu metabolismo de alguma maneira podia manter-se mais ou menos constante, sem depender da temperatura do meio externo. Acredita-se que os dinossauros evoluíram a partir de répteis arcossauros conhecidos como tecodontes
Através dessas amostras sabemos que os dinossauros em geral tinham a pele recoberta por escamas e, em alguns casos, penas. Essas escamas e penas eram diferentes entre as espécies. Alguns dinos tinham pequenas escamas arredondadas, enquanto outros tinham enormes escamas em forma de placas dérmicas.
No que se refere à textura, já temos uma certa idéia de como era o revestimento externo dos dinos. Mas em nenhum dos fósseis já encontrados existiam indícios de pigmentos preservados. Sem esses pigmentos não podemos ter idéia alguma da real coloração desses animais.
Mas então, como alguns especialistas reconstituem tais criaturas e estas parecem tão reais, se ninguém nunca viu um dinossauro vivo?
Esses especialistas, já que não têm certeza da coloração, precisam usar de imaginação e criatividade. Mas essa imaginação deve ser coerente. Provavelmente não existiram dinossauros cor-de-rosa com pintinhas azuis.
Partindo desse princípio eles começam a buscar pistas que ao menos lhes permita recriar animais cujas cores sejam, mesmo que não exatas, sensatas.
Se observarmos os animais de hoje, percebemos que suas cores estão diretamente relacionadas ao seu estilo de vida. As cores podem ser úteis para camuflagem, mimetismo, atração sexual, status social... E estes mesmos padrões valiam há milhões de anos, quando os dinossauros dominavam a Terra. Ao analisarem os dinossauros, seus hábitos alimentares, o tipo de ambiente onde viviam, seu comportamento social... os especialistas podem inspirar-se para realizar seu trabalho.
Os animais atuais também são muito utilizados como modelo para a reconstituição de um dinossauro.
O dia da família foi comemorado com actividades variadas..desde danças , piquenique e apresentação de composições com frutas foi um dia divertido .....obrigadas ás famílias pela alegria e participação
Construído sob a forma de um jogo no qual se vão sucessivamente multiplicando e dividindo animais, o álbum narrativo tematiza a importância da amizade e da vida em grupo, mesmo no âmbito dos animais da quinta. Assim, com o objectivo de combater a solidão de uma vaca, são várias as operações matemáticas que a família terá de fazer até que a quinta fique repleta de animais das mais diferentes espécies. Com humor, que decorre também das ilustrações de grande qualidade plástica e particular expressividade (com recurso a uma técnica mista que combina pintura, recorte e colagem de diferentes elementos visuais), o livro constitui uma experiência divertida, fazendo a leitura um jogo através do encadeamento lógico e dos paralelismos que caracterizam a narrativa. | Ana Margarida Ramos
Considero o livro uma fonte inesgotável do saber. Este registo tão frágil é capaz de nos contar a história de uma nação, como também de uma família, ou uma só pessoa! Pode nos ensinar a observar as estrelas ou a aprender as primeiras letrinhas. É gostoso imaginar uma nação, cujos filhos herdem essa fonte de sabedoria. Ela nos leva a encontrar uma vertente saborosa do saber, quer seja erudito ou não. Não importa o gosto individual de cada um; o importante é sabermos que nossa descendência terá a oportunidade de explorá-la, absorvendo o conhecimento. É deliciando-se entre letras, desenhos e ilusão, que muitos artistas nos levam a desfrutar – os sonhos! Quando penso nas crianças alienadas da leitura, perco de vista o sonho de um país promissor. Visualizo nelas apenas adultos vivendo uma vida sem saída, sem futuro, sem perspectiva e o pior, sem sonhos!
Elisa Mello kerr
Foi à volta de um livro que começou o tema da família
"A Joaninha resmungona" data de 1977 e a sua história é, toda ela, uma lição de boas maneiras. A má educação da protagonista contrasta com a amabilidade da sua congénere. As palavras "obrigada" e "por favor" não fazem parte do seu vocabulário, e muito menos a vontade de partilhar. Em contrapartida, o seu comportamento é uma provocação constante para com os mais variados seres com quem se vai cruzando, instigando-os a lutar com ela, sem se importar minimamente com o seu tamanho.De destacar ainda é a maquetação especial deste álbum, com páginas de diferentes dimensões, e que vão ficando maiores à medida que as horas do dia avançam e a história se desenrola. Em "A joaninha resmungona", tipografia, ilustração e narração seguem de mãos dadas, tecendo uma estrutura circular. Os leitores aprenderão assim a adquirir boas maneiras, a medir o tempo e a distinguir as formas, fazendo uma viagem, através da natureza e dos animais que a povoam, por terra, mar e ar.A natureza é um elemento de referência constante na obra de Eric Carle, que também introduz conceitos de utilidade para que as crianças aprendam a movimentar-se no mundo que as rodeia. A técnica da colagem é outro dos recursos deste autor, que utiliza um método muito pessoal, à base de papéis pintados à mão que depois transforma em imagens cheias de cor. A Joaninha Resmungona de Eric Carle
Depois de ouvirmos a história pintamos uma joaninha utilizando as cores vermelha e preta, aprendemos a desenhar um elefante, contamos até doze e aprendemos o que era uma dúzia, fizemos mobiles com joaninhas e vespas