29/09/11

hoje ouvimos ler a história do mago e da folha - 29-9-2011

"O Senhor Mago e a Folha"

O senhor Mago chamava-se Antão e vivia sozinho numa casinha que havia no meio do monte.
O senhor Mago tinha três ovelhas: Guiomar, Felisberta, e Chiquita. Cuidava muito bem delas e elas gostavam muito dele.
Numa tarde escura de Outono, o senhor Mago voltava do campo com as suas ovelhas, já fartas de pastar. O caminho estava coberto de folhas secas. O senhor Mago ia pisando as folhas com as suas socas e elas queixavam-se com gemidos surdos, como fazem as folhas quando as pisam. De repente, ouviu uma folha dizer:
-Ei tu aí! não me pises que me magoas!
-Oh, céus! Uma folha que fala! -pensou. Mas não estranhou muito, porque os Magos sabem muito bem que, às vezes, tudo é possível. Olhou para o chão e viu aquela folha…Era diferente, nunca tinha visto outra igual a ela. De certeza que viera de um país afastado, trazida pelo vento de Outono. Apanhou-a e disse-lhe:-Oh, desculpa! Não te preocupes, levar-te-ei para minha casa para te levar e pendurar na parede do meu quarto, porque és uma folha muito bonita. E assim fez.
Chegou a casa, guardou as ovelhas no estábulo e foi até à fonte que havia ali perto. Com cuidado para não a partir, lavou-a muito bem lavada e pensou na melhor maneira de a secar. Acendeu o lume e pendurou-a a secar. Depois levou-a para o seu quarto e pousou-a em cima da mesinha de cabeceira. Antes de se deitar, pôs-se a pensar:
- Já estou velho e sinto-me só. Se um dia adoeço, não tenho quem cuide de mim. Esta folha que encontrei é muito formosa e, se calhar, podia transformá-la numa menina.
Meu dito, meu feito. Um pincel e tintas de muitas cores seriam as melhores ferramentas para realizar a sua magia. Pintou-lhe uns longos cabelos louros, olhos azuis, um nariz empinado e uma boca de lábios rosados, umas orelhas redondas, uns braços com mãos suaves e dedos perfeitos, umas pernas com pés ligeiros como o vento…
Quando terminou, guardou a folha na caixinha dos desejos e pousou-a na pedra da janela.

O outono e as atividades que favorecem a motricidade fina


Existem momentos únicos a desenvolver na motricidade fina. São tantas as oportunidades... o recorte, a colagem, a modelagem, a pintura com diversos materiais à escolha, o pincel, a trincha, a digitinta, a escrita, os grafismos, o desenhar, a estampagem, a textura, o folhear, a espuma, as massas de cores, o barro, o gesso, a areia, a rasgagem, o encaixe, os enfiamentos, as molas, o vestir/despir, o empilhar, os puzzles, a picotagem, os arrumos, entre muitas outras opções...é só escolher!

Estas actividades enriquecem o conhecimento das mãos e das suas capacidades. Um bom desenvolvimento da motricidade fina, implica um óptimo treino para aqduirir as bases de uma bonita caligrafia. Toda a parte muscular envolvida nestas actividades manuais, terá com certeza benefícios posteriores no manuseamento da caneta, do lápis e claro na estrutura implicita da escrita.
Vamos espreitar as primeiras actividades....


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27/09/11

à volta do outono




 O castanheiro é uma árvore. Há castanheiros bravos e mansos.

Com a madeira dos castanheiros bravos fazem-se cestas que servem para transportar vários produtos. O castanheiro manso dá-nos a castanha e a madeira.
Quando os castanheiros estão doentes, os homens cortam-nos e aproveitam a lenha para fazer o lume.
 
Nesta zona de Portugal, que pertence ao concelho de Portalegre e ao Parque Natural da Serra de S. Mamede, ainda há alguns castanheiros mas o seu número tem vindo a diminuir de ano para ano, porque os castanheiros vão ficando doentes e velhos e poucas são as pessoas que os voltam a plantar.
Há imensas aves que fazem os ninhos nos castanheiros, como o Bufo Real, o Chapim Azul, o Chapim Real, a Coruja do Mato, o Estorninho Malhado, o Mocho Galego, o Pardal Comum, o Pardal Espanhol, o Pardal Francês, o Pica-Pau Malhado, o Pica-Pau Verde, a Poupa, a Trepadeira Azul e a Trepadeira Comum, por exemplo.
Como na região de Marvão há muitos castanheiros, há dezanove anos que se realiza a feira da castanha e a festa do castanheiro. 


                                                                    A castanha:
A castanha é um fruto que vem de uma árvore: o castanheiro. Um conjunto de castanheiros chama-se souto.

No norte de Portugal é que os castanheiros se dão melhor, e é de lá que vêm as castanhas para vender no País todo.

A castanha está na árvore protegida por uma bola cheia de picos que se chama "ouriço". Quando chega o Outono, o ouriço abre e deixa cair a castanha no chão.

Antes de a batata chegar à Europa e se espalhar por todo o lado (séc. XVII), a castanha era a base da alimentação, especialmente no campo.

Pode cozer-se, assar-se, fazer-se em puré, fazer-se sopa com ela, doce, etc.



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26/09/11

O Outono chegou.... clica e podes aprender muitas coisas sobre esta estação do ano


 HISTÓRIA

No Outono há nozes, castanhas, dióspiros, romãs, uvas, maçãs, avelãs e azeitonas. Também há muita chuva e trovoada.
A dona Noz  é muito refilona e chora muito por estar naquela casca sem saída.
Num dia de Novembro, o senhor Dióspiro ouviu um enorme rebuliço e ajudou-a a sair da casca. Quando conseguiu abri-la, a primeira coisa que lhe disse foi:
- Cuidado, D.a Noz, porque há muitos animais, especialmente os roedores e aves que a podem comer ou esmagar.
- Muito obrigado pelos conselhos. Quem tenho o prazer de conhecer?
- Sr. Dióspiro, ao seu dispor. 
- Podia-me refrescar um pouco? É que passei o Verão escondida na minha casca dura!...
- Com certeza! É um prazer!
Em breve tornaram-se bons amigos. Um certo dia foram jantar a um restaurante só para pares românticos e, quando se iam embora, tornaram-se namorados.
Os pais deles, que já eram casados há muito tempo, fizeram uma reunião.
- Será que os devíamos casar? - perguntaram entre si.
- Sim! Boa ideia! - acharam todos.
- E em que dia?
- No dia de S. Martinho, claro. A ementa constará de castanhas assadas, a estalar.
E nesse dia casaram-se e lá estiveram: o padre Azeitona que realizou o casamento, a família Avelã, as irmãs Castanhas, a princesa Romã, o grande cacho de Uvas e a distraída Maçã.
A  Chuva e a Trovoada estiveram a espreitar pela porta da igreja.
Eles tiveram frutos e ficaram felizes para sempre!  


                                                  CANÇÃO
I

Sol de Outono, Outono, Outono
Sol dourado, dourado, dourado
Folhas que caem, que caem, que caem
Leva-as o vento, o vento, o vento.



II

Uma folhinha que dança, que dança

O vento forte que sopra, que sopra,

Uma gotinha que pinga, que pinga

na cabecinha, ping, ping, ping

Dia Europeu das línguas - canção para aprender em família





Dia Europeu das Línguas

Elaboração de trabalhos de expressão plástica e escritos, utilizando a língua inglesa
aprendemos a canção rainbow e garden

Para aprender em família



23/09/11

as brincadeiras livres


 O momento da brincadeira é uma oportunidade de desenvolvimento para a criança. Através do brincar ela aprende, experimenta o mundo, possibilidades, relações sociais, elabora sua autonomia de ação, organiza emoções. Ás vezes os pais não tem conhecimento do valor da brincadeira para o seu filho. A idéia muitas vezes divulgada é a de que o brincar seja somente um entretenimento, como se não tivesse outras utilidades mais importantes.

Através do jogo, a criança compreende o mundo à sua volta, aprende regras, testa habilidades físicas, como correr, pular, aprende a
ganhar e perder. O brincar desenvolve também a aprendizagem da linguagem e a habilidade motora.



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22/09/11

as linguagens da arte





 A infância é uma época de descobertas, aventuras e magia para as crianças. É nesta fase, durante a educação infantil, que elas terão seus primeiros contatos com as linguagens da arte, cabendo ao educador valorizar os conhecimentos e a criatividade que elas trazem para a sala  e compreender a importância existente no ato de elas explorarem, pesquisarem e criarem coisas novas. O que realmente importa a elas é o brincar aprendendo, é esperar curiosamente pelo inesperado, estar envolvida com o lúdico e com a possibilidade de sonhar, pois assim, ela aprende se sentindo mais realizada e mais feliz.



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