As histórias e canções que aprendemos....
11/04/12
O que fizemos na Páscoa- A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
| Falamos da Páscoa e fomos á net pesquisar e fizemos os nossos ovos com o programa da crayola |
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo.
| falamos das galinhas e dos ovos e recortamos uma muito linda |
| levamos a receita do folar da Páscoa |
O oferecer ovos na Páscoa é um acto que vem da origem do termo Páscoa, que é o nome da Deusa Easter, divindade ligada à natureza, à Primavera e à fertilidade. O ovo sempre simbolizou a fertilidade, fecundidade, no fundo, a criação. Como tal, se antes da Cristandade as ofertas de ovos simbolizava a festa da fertilidade, trazida pela Primavera, depois de Cristo, os ovos simbolizam a sua ressurreição.
A tradição de embelezar os ovos dados na Páscoa, ou, neste caso, na Festa da Primavera, vem da China, do trabalho minucioso e paciente dos chineses. Estes, embrulhavam ovos naturais em cascas de cebola e cozinhavam-nos com beterraba.
Ao retirá-los do fogo, os ovos ficavam com desenhos mosqueteados na casca. Este costume rapidamente chegou ao Egipto, os quais também começaram a oferecer ovos coloridos e desenhados, por altura da Festa da Primavera. Depois da ressurreição de Cristo, os cristão adoptaram este hábito, tornando-se apenas oficializado pela igreja, no séc. XVIII.
A importância dada ao ovo, tem a ver com a sua simbologia, ligada à criação, fertilidade, origem de vida e fecundidade. Gregos, Fenícios, Tibetanos, Indianos, Vietnamitas, Chineses, Japoneses, Siberianos e Indonésios, têm em comum a lenda, de que o mundo surgiu de um ovo cósmico que se subdividiu em dois, formando o Céu e a Terra. Sempre ligado à criação, a história do Hawai conta o mito de que esta ilha foi originada a partir de um ovo, posto nas águas por um pássaro gigante. Mitos Anglo-Saxónicos dão ao ovo a razão da criação do Mundo: da gema nasceu o globo terrestre, da clara, o firmamento e a atmosfera e, da casca, a esfera celeste e os astros.
Desde cedo que se ligou o ovo, à criação da Terra, Homem e estrelas
25/03/12
23/03/12
à volta do dia da árvore e da poesia
Aprendemos a Cantar uma canção quando chegou a Primavera |
21 de Março de 2012
Dia da Floresta, da Árvore, da Poesia e da Primavera
“As árvores crescem sós. E a sós florescem.
Começam por ser nada. Pouco a pouco
se levantam do chão (…).
Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,
(…)
E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.
Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.
Sós.
(…)
Os animais são outra coisa.
Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,
fazem amor e ódio, e vão à vida
Como se nada fosse.
As árvores, não.
(…)
Não pensam, não suspiram, não se queixam.
Estendem os braços como se implorassem;
(…)
Virtude vegetal viver a sós
E entretanto dar flores.
(António Gedeão)
Um dia cheio de actividade e onde os saberes se podem cruzar para o despertar da ciência, da poesia e das artes. Objectivos que nos propomos
- Valorizar as árvores como património e bem comum;
- Desenvolver afecto e conhecimento por árvores e espaços verdes;
- Sensibilizar os cidadãos para os temas botânicos;
- Desenvolver o sentido estético e a criatividade;
| fizemos uma árvore colando papelinhos e dissemos se fosse uma árvore era......cada um identificou-se com uma |
fizemos uma poesia utilizando a técnica do brainstorm |
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20/03/12
Chegou a Primavera e mãos á obra
Falamos sobre as estações do ano. assinalamos no nosso quadro do tempo a seta dirigida para a estação seguinte.
Então como surgem as estações do ano?
Lembram-se de quando estudamos os dias e as noites e falamos sobre o eixo da Terra? Pois é, ele é o responsável pelas estações do ano. A ocorrência das estações do ano depende de duas propriedades do eixo da Terra: primeira ele está inclinado com relação á órbita que a Terra faz ao redor do Sol; segunda essa inclinação é sempre a mesma, ou seja, o eixo aponta sempre para a mesma posição, lembre-se da estrela Polaris.
Os nomes das estações vêm do latim. No início, o ano possuía apenas duas estações: o ver (ou veris) que era o tempo bom, a estação das flores e da frutificação; e o hiems (ou hibernus tempus) que era o mau tempo, de chuva e frio.
Depois de um certo tempo, o grande período do "ver" foi dividido em três: o primeiro era o comecinho da boa estação, chamado de primo vere (hoje é a primavera!); o segundo foi chamado de veranum tempus (esse é o nosso verão!) que correspondia ao final da nossa primavera e o início do verão; e por último o aestivum (surgindo assim a palavra estio) que era o final do nosso atual verão.
A estação do mau tempo, hiems, também foi dividida: tempus autumnus acabou dando origem ao nosso outono, enquanto que tempus hibernus originou o nosso inverno.
Sendo diferente...
Pois é, durante um bom tempo, o mundo teve que conviver com cinco estações do ano: primavera, verão, estio, outono e inverno. Na China, cada uma dessas estações tinha uma ligação com algum elemento da natureza: a primavera com a madeira, o verão com o fogo, o estio com a Terra, o outono com o metal e o inverno com a água.
Enquanto nós tinhamos estações demais, a Índia tinha de menos: ela tinha apenas três estações! Uma seca e fresca, que ia de dezembro a fevereiro, outra seca e quente que durava de março a junho e, é claro, a estação chuvosa, de junho a novembro.
ºº
Somente a partir do século 17 é que as coisas mudaram, e o modelo de quatro estações foi sendo aceito pelos povos ao redor do mundo.
Falamos da fauna e da flora que costumam surgir nesta estação e palneamos algumas actividades
contar histórias, pintar borboletas e outros elementos para decorar um saco para transportarmos os livros do projecto vai vem, fazer poesias,ir comprar e plantar na horta ervas aromáticas e no jardim flores. Mãos obra...
Ouvimos a história do João e o pé de feijão
A história conta que um menino, chamado João, vai ao mercado a mando de sua mãe com o fim de vender uma vaca. Quando a criança chega ao mercado, um estranho lhe propõe cinco feijões mágicos em troca do bovino. Barganha aceita, retorna para casa com os grãos no bolso. Sua mãe se enfurece pela clara instrução de vender a vaca ter sido ignorada. Fora de si, ela joga os feijões pela janela.Enquanto João dorme, os feijões germinam e dão origem a gigantes pés de feijão despontando no céu. Ao acordar, o menino escala o colossal feijoeiro e encontra a um castelo acima das nuvens, lugar habitado por um gigante que se alimenta de gente.
Protegido pela esposa do grandalhão, João consegue fugir, após surrupiar uma sacola de moedas de ouro. Retorna no dia seguinte para furtar a galinha dos ovos de ouro do gigante e novamente escapa ileso. No terceiro dia, João escala o feijoeiro de novo e tenta roubar uma harpa de ouro. Dessa vez, o gigante persegue João, mas o menino consegue descer o pé de feijão mais rapidamente e o corta com um machado.
fizemos uma ilustração da parte que gostamos mais da história, transplantamos os nossos feijões e o maior era o da Diana.
19/03/12
Visita dos Pais à sala 3 - 19 de março
Foi uma manhã cheia de alegria, partilha e muito trabalho com ARTE..
um obrigado aos pais que sempre estão disponíveis para os filhos e para as nossas iniciativas
| cantamos e em linguagem gestual dissemos gosto de ti PAI |
| oferecemos lindas aguarelas num porta chaves |
| pintamos thsirts |
| ouvimos a história do PONTOsabem Porquê???? |
| pintamos com as técnicas de MIRÓ |
| Plantamos e semeamos utilizando garrafas e vasos |
| fizemos construções |
Ora vejam divirtam-se
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