25/09/13

A digitinta e a motricidade fina e a mistura de cores

 Juntámos uma actividade de expressão plástica ao tema que estamos a desenvolver na sala,  como se fazem as cores. A Digitinta é uma actividade óptima para promover nas crianças a destreza manual, a motricidade fina, a imaginação, o manuseamento e exploração de uma textura diferente.




 Estes pequenos artistas preparam-se para transpor numa simples folha de papel a verdadeira aguarela escolar que muitos imaginam e poucos vêem... Espalha-se a tinta nas mesas e deixam-se as pequenas mãos traçarem desenhos, figuras, imagens variadas! No fim o resultado foi soberbo! A sala parecia uma autêntica galeria de arte!
 
 
Esta atividade é ideal para ser realizada no tampo das mesas, permitindo que as crianças espalhem as tintas com as mãos e desenhem com os dedos. Depois de permitirmos que as crianças realizem as suas experiências livremente, que desenhe e voltem a desenhar, podemos realizar a estampagem de um dos seus desenhos numa folha branca.

20/09/13

atividades dia 20 de Setembro

dia 20 de Setembro - primeira atividade física na sala 3 a sério ...

Segundo Petrica e al(2005) a sociedade moderna, cheia de novas tecnologias, veio
alterar os modos e o estilo de vida dos cidadãos, implicando uma redução substancial no
esforço físico. Fruto desta evolução tecnológica, as crianças, garantia social, têm reduzido
substancialmente o esforço físico quer na escola quer nos seus tempos livres, ocupando
-se, e passando cada vez mais tempo com jogos de computador, vendo televisão, navegando na
internet, etc. Este crescente aumento da sedentariedade, a par de hábitos alimentares inadequados e desequilibrados são os responsáveis pelo aumento das chamadas “doenças da civilização moderna”.

matéria, deverão ter a preocupação de promover actividades físicas cruciais para a criação de
hábitos saudáveis e de uma vida activa que possam ser mantidos ao longo da vida, evitando
ou atenuando actividades que na maioria das vezes mantêm as crianças intelectualmente
 activas e corporalmente passivas (Petrica e al, 2005).

Tendo em conta o desenvolvimento motor de cada criança, a educação pré-escolar
deve proporcionar ocasiões de exercício de motricidade global e também da motricidade fina,
de modo a permitir que todas e cada uma aprendam a utilizar e a dominar melhor o seu corpo
(Ministério da Educação, 2002).


Para Pérez (1994) a fase pré-escolar é a época da aquisição de habilidades motoras
básicas, os movimentos fundamentais são considerados verdadeiros núcleos cinéticos. Esta
capacidade de movimentação cada vez de forma mais autónoma está relacionada com
diversos factores: maturação neurológica que permite movimentos mais completos;
crescimento corporal que ao final deste período vai permitir maior possibilidade de domínio
corporal, facilitando o movimento e disponibilidade em realizar actividades motoras, etc.